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reconhecimento fotográfico

O reconhecimento fotográfico no centro das prisões injustas no Brasil. Entenda novo Projeto de Lei sobre o assunto

processo criminal

Por Mariane Rodrigues Tiago Vianna Gomes, 27, foi condenado em 2020 em 2ª instância pelo crime de roubo de uma motocicleta ocorrido em 2017. A polícia chegou até ele através de um falho procedimento de reconhecimento fotográfico. Sua absolvição só foi reconhecida quando o processo subiu para o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Não só isso, de acordo com o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), que acompanhou o caso, o rapaz havia sido reconhecido erroneamente oito vezes por meio de fotografias (Veja mais aqui). Leia também: O que pode e o que é proibido na divulgação de imagens de presos à imprensa em Alagoas “Não consigo compreender aonde vamos chegar”. Ministros criticam condenação de 7 anos a réu que portava quatro gramas de crack Saiba o que é ilegal em diligências de investigações policiais, segundo entendimento do STJ Para absolvê-lo, a corte superior reconheceu que, conforme as provas nos autos, o verdadeiro suspeito do crime tinha aparência física diferente da de Tiago Vianna. Além disso, ficou demonstrado que o processo de reconhecimento foi equivocado, já que Vianna foi colocado ao lado de outras duas pessoas que tinham tonalidades de pele diferentes,  o que pode ter comprometido decisivamente o […]